Black Phone 2
16
1h 54min
3.6/5

Black Phone 2

La película Black Phone 2 (2025) es una secuela ambientada en 1982, cuatro años después de que Finney Blake lograra matar al secuestrador y asesino en serie conocido como "The Grabber". Finney, ahora marcado por el trauma, junto a su hermana menor Gwen, que tiene habilidades psíquicas, comienzan a tener visiones relacionadas con asesinatos ocurridos en un campamento cristiano en las Montañas Rocosas. Decididos a descubrir la verdad, viajan junto con Ernesto, un amigo, al campamento donde trabajó su madre, que también tenía dones psíquicos y fue víctima del asesino.

Detalles de la película

Sinopsis

La película Black Phone 2 (2025) es una secuela ambientada en 1982, cuatro años después de que Finney Blake lograra matar al secuestrador y asesino en serie conocido como "The Grabber". Finney, ahora marcado por el trauma, junto a su hermana menor Gwen, que tiene habilidades psíquicas, comienzan a tener visiones relacionadas con asesinatos ocurridos en un campamento cristiano en las Montañas Rocosas. Decididos a descubrir la verdad, viajan junto con Ernesto, un amigo, al campamento donde trabajó su madre, que también tenía dones psíquicos y fue víctima del asesino.

Director

Scott Derrickson

Reparto

Ethan Hawke, Mason Thames, Madeleine McGraw, Demián Bichir, Miguel Mora

Fecha de estreno

15 de octubre de 2025

Tráiler

Críticas

Pedro Quintão
3.0/5

"Sou grande fã do The Black Phone original, e confesso que estava entusiasmado com esta continuação. O primeiro filme tinha uma identidade muito própria: era tenso, claustrofóbico e tinha aquele equilíbrio perfeito entre os elementos sobrenaturais e psicológicos. Por isso, estava curioso para ver que rumo iriam dar à história e ao vilão, o icónico Grabber. Black Phone 2 passa-se alguns anos após os eventos do primeiro e traz de volta as personagens originais, agora a tentar lidar com as cicatrizes deixadas pelo passado. A grande diferença é que o Grabber regressa, mas desta vez, através dos pesadelos da irmã do protagonista, Gwen, numa ideia claramente inspirada em A Nightmare on Elm Street. Isto é algo que até resulta bem no início, mas rapidamente revela as suas limitações. O conceito dos pesadelos até é interessante, só que o assassino ataca apenas Gwen, a irmã do protagonista, o que reduz muito o impacto geral e a sensação de perigo perante outras personagens. E perto do final, o vilão começa a manifestar-se também no plano físico, quase como se fosse uma entidade invisível e sem grandes explicações sobre como o conseguiu fazer de um momento para o outro. As ideias até são boas, mas a execução deixa um pouco a desejar. A partir do momento em que a história leva os protagonistas até a um acampamento religioso em busca de segredos do passado, o filme começa a “enrolar”. Não chega a ser aborrecido, mas também parece nunca avançar de forma real. Fica preso a repetições e diálogos que pouco acrescentam à tensão ou ao mistério. E por falar em tensão… foi o que mais senti falta. O primeiro filme tinha uma atmosfera sufocante e claustrofóbica, onde temíamos pela vida do jovem Finn. Aqui, há alguns bons momentos de susto, mas nada que se aproxime da intensidade do original. Falta-lhe aquele desconforto que fazia sentirmo-nos dentro do cativeiro do Finn. Ainda assim, há méritos. A Madeleine McGraw brilha novamente, entregando uma performance emocional e absolutamente genuína. E adorei a cinematografia das sequências de pesadelo, que foram filmadas com câmaras analógicas, o que cria uma textura visual diferente do habitual digital, original e até mesmo perturbadora. No fim de contas, Black Phone 2 não é um desastre, mas também não justifica a sua existência. É um filme competente, com bons momentos e visuais interessantes, mas que perde o foco e a alma que tornaram o original especial. Entretém, mas deixa a sensação de que esta chamada nunca devia ter sido atendida."

Horarios disponibles

Multicines Atlántida

Sala: Sala 4

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